segunda-feira, outubro 22, 2007
quinta-feira, outubro 04, 2007
Partilha
Esta é uma mensagem que me enviou uma pessoa amiga… Achei-a tão bonita que decidi partilhá-la convosco. Espero que gostem!
"Não é quanto fazemos que é importante mas quanto amor pomos no fazer.
E não é quanto damos que é importante mas quanto amor pomos no dar.
Quem julga as pessoas não tem tempo para as amar.
E a falta de amor é a maior de todas as pobrezas."
(Madre Teresa de Calcutá)
"Não é quanto fazemos que é importante mas quanto amor pomos no fazer.
E não é quanto damos que é importante mas quanto amor pomos no dar.
Quem julga as pessoas não tem tempo para as amar.
E a falta de amor é a maior de todas as pobrezas."
(Madre Teresa de Calcutá)
sexta-feira, setembro 21, 2007
Conhecimento
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida."
Goethe
Goethe
Escrever é não falar
"Escrever é também não falar. É calar-se. É gritar sem ruído."
Marguerite Duras, escritora
1914-1996
Marguerite Duras, escritora
1914-1996
terça-feira, setembro 04, 2007
PARABÉNS À CRIADORA DESTE BLOG
Amiga, parabéns por mais um anito!!!
Happy Birthday - Joyeux Anniversaire - Felice Anniversario - Feliz Cumpleaños - Herzlichen Glückwunsch - Zum Geburtstag - Een Gelukkige Verjaardag - Wel Gefeliciteerd
Muitas felicidades!
Esperança
Happy Birthday - Joyeux Anniversaire - Felice Anniversario - Feliz Cumpleaños - Herzlichen Glückwunsch - Zum Geburtstag - Een Gelukkige Verjaardag - Wel Gefeliciteerd
Muitas felicidades!
Esperança
quarta-feira, agosto 15, 2007
Mulher
"É pelo trabalho que a mulher vem diminuindo a distância que a separava do homem, somente o trabalho poderá garantir-lhe uma independência concreta."
Simone de Beauvoir
Escritora/Feminista
Simone de Beauvoir
Escritora/Feminista
sexta-feira, agosto 10, 2007
100º Aniversário do nascimento de Miguel Torga
RTP 2 assinala 100º aniversário do nascimento de Miguel Torga
Documentário de Luís Costa passa este domingo, 12, às 21h15
Ao longo de 50 minutos, o documentário MIGUEL TORGA – O MEU PORTUGAL (com o qual a RTP2 assinala o centenário do nascimento do escritor, no exacto dia que corresponderia ao seu 100º aniversário) conduz-nos numa viagem pelo país e pela identidade portuguesa que se percepcionam em múltiplos textos de Torga, sobretudo em prosa, e que evidenciam, tantos anos volvidos, uma acutilante e surpreendente actualidade. O próprio Miguel Torga é o narrador exclusivo deste documentário, uma vez que o guião foi integralmente estruturado com base nos seus textos, sobretudo da relativamente desconhecida produção em prosa que integra a colectânea PORTUGAL, cuja primeira edição data de 1950.
Cf. http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=22954&op=all
Documentário de Luís Costa passa este domingo, 12, às 21h15
Ao longo de 50 minutos, o documentário MIGUEL TORGA – O MEU PORTUGAL (com o qual a RTP2 assinala o centenário do nascimento do escritor, no exacto dia que corresponderia ao seu 100º aniversário) conduz-nos numa viagem pelo país e pela identidade portuguesa que se percepcionam em múltiplos textos de Torga, sobretudo em prosa, e que evidenciam, tantos anos volvidos, uma acutilante e surpreendente actualidade. O próprio Miguel Torga é o narrador exclusivo deste documentário, uma vez que o guião foi integralmente estruturado com base nos seus textos, sobretudo da relativamente desconhecida produção em prosa que integra a colectânea PORTUGAL, cuja primeira edição data de 1950.
Cf. http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=22954&op=all
segunda-feira, agosto 06, 2007
Cristão
"E não julgues mal o Anselmo. Ele é um cristão, coisa muito rara nos países católicos."
Ernest Hemingway, em "Por Quem os Sinos Dobram"
Ernest Hemingway, em "Por Quem os Sinos Dobram"
Sou feia de nascença
" -Vamos, não sou feia! Sou feia de nascença. Toda a vida fui feia. Tu, Inglés, que não sabes nada das mulheres, sabes o que sente uma mulher feia? Podes imaginar o que é ser feia toda a vida e sentir-se bela lá por dentro? É muito divertido."
Ernest Hemingway, em "Por Quem os Sinos Dobram"
Ernest Hemingway, em "Por Quem os Sinos Dobram"
A gente tem de falar com alguém
" -A gente tem de falar com alguém. Antes havia a religião e outras porcarias. Agora devia haver uma pessoa em que pudéssemos confiar e com quem falar francamente; porque por maior que seja a nossa coragem, a solidão dói."
Ernest Hemingway, em "Por Quem os Sinos Dobram"
Ernest Hemingway, em "Por Quem os Sinos Dobram"
terça-feira, julho 31, 2007
Matar
"- Tu já mataste alguém?- inquiriu Jordan animado pela intimidade que a escuridão favorecia e por um dia passado em comum.
- Sim, muitas vezes. Mas nunca me senti satisfeito. Para mim matar um homem é pecado. Mesmo quando são fascistas que é preciso matar. Eu, por mim, acho grandes diferenças entre um homem e um urso e não acrediro nessa bruxaria dos ciganos a respeito da fraternidade com animais. Não. Eu sou contrário à matança de homens.
- E, no entanto, mataste.
- Sim. E voltarei a matar. Mas se escapar com vida hei-de fazer o possível por viver de modo a não fazer mal a ninguém, a fim de ser perdoado.
- Por quem?
- Quem é que sabe? Desde que não há Deus, nem Filho, nem Espírito Santo, quem pode perdoar? Eu não sei.
- Então já não tens Deus?
- Não, homem. É certo que não. Se houvesse Deus ele nunca permitiria que visse o que tenho visto com estes que a terra há-de comer. Podemos deixar-lhe o Deus.
- Eles reclamam-no.
- É claro que Ele me faz falta, pois fui educado com religião. Mas agora um homem tem de ser responsável por si.
- Nesse caso és tu que tens de perdoar-te pelas mortes feitas.
- Creio que sim - concordou Anselmo. - Já que pões a questão nesse ponto, parece-me que deve ser assim. Mas, com ou sem Deus, estou convencido de que matar é pecado. Para mim tirar a a vida de outra pessoa é coisa de muita gravidade."
Ernest Hemingway, em "Por Quem os Sinos Dobram"
- Sim, muitas vezes. Mas nunca me senti satisfeito. Para mim matar um homem é pecado. Mesmo quando são fascistas que é preciso matar. Eu, por mim, acho grandes diferenças entre um homem e um urso e não acrediro nessa bruxaria dos ciganos a respeito da fraternidade com animais. Não. Eu sou contrário à matança de homens.
- E, no entanto, mataste.
- Sim. E voltarei a matar. Mas se escapar com vida hei-de fazer o possível por viver de modo a não fazer mal a ninguém, a fim de ser perdoado.
- Por quem?
- Quem é que sabe? Desde que não há Deus, nem Filho, nem Espírito Santo, quem pode perdoar? Eu não sei.
- Então já não tens Deus?
- Não, homem. É certo que não. Se houvesse Deus ele nunca permitiria que visse o que tenho visto com estes que a terra há-de comer. Podemos deixar-lhe o Deus.
- Eles reclamam-no.
- É claro que Ele me faz falta, pois fui educado com religião. Mas agora um homem tem de ser responsável por si.
- Nesse caso és tu que tens de perdoar-te pelas mortes feitas.
- Creio que sim - concordou Anselmo. - Já que pões a questão nesse ponto, parece-me que deve ser assim. Mas, com ou sem Deus, estou convencido de que matar é pecado. Para mim tirar a a vida de outra pessoa é coisa de muita gravidade."
Ernest Hemingway, em "Por Quem os Sinos Dobram"
Todos os bons e firmes são alegres
"Todos os bons e firmes são alegres, reflectiu Jordan. É muito melhor ser alegre que é sinal de uma coisa: de uma imortalidade terrestre. Que coisa complicada! E já quase não há alegres. A maior parte dos lutadores joviais desapareceu. Restam pouquíssimos. E se continuas a pensar assim, meu rapaz, também estás pronto. Muda de disco, meu caro, velho andarilho, velho camarada. Agora és apenas um instrumento de destruir pontos. Não um pensador."
Ernest Hemingway, em "Por Quem os Sinos Dobram"
Ernest Hemingway, em "Por Quem os Sinos Dobram"
Tristeza
"Mas não gosto daquele seu ar triste. Má coisa, essa tristeza. E a tristeza que aparece quando os homens estão prestes a desertar ou a trair. É a tristeza do começo do fim".
Ernest Hemingway, em "Por Quem os Sinos Dobram"
Ernest Hemingway, em "Por Quem os Sinos Dobram"
És um bruto?
"- És um bruto? Sim. És uma besta? Sim, muitas vezes. Tens miolos? Nenhuns. Agora que viemos tratar de algo realmente importante, é que tu com o amor à lareira pões o teu buraco de raposa acima dos interesses do povo. Vamos. E isto e aquilo e naqueloutro do teu pai. E isto e aquilo no teu. Pega já nesse saco."
Ernest Hemingway, em "Por Quem os Sinos Dobram"
Ernest Hemingway, em "Por Quem os Sinos Dobram"
segunda-feira, julho 23, 2007
As Intermitências da Morte - José Saramago
«"Todos os meus livros partem de uma situação improvável ou impossível, sem excepções. Descobri isso há bem pouco tempo, há uns dois anos", afirmou o escritor.
"Se algum talento tenho, é transformar o improvável e o impossível em algo provável e possível. Quero que gostem desse livro por duas razões porque ele merece e porque eu mereço", disse Saramago.
O romance mostra como a agitação e alegria provocadas num país imaginário pela reforma da Morte se convertem logo a seguir num motivo de preocupação, pelo impacto político, económico, social e até religioso da nova situação.
O escritor português avançou que seu novo romance é "extremamente divertido" e que fala sobre a morte "e, portanto, é um livro sobre a vida".
A ausência de mortes de um dia para o outro, sonho milenar da Humanidade, como explicou José Saramago, converte-se repentinamente numa dor de cabeça para governantes e cidadãos.
"Como o tempo não pararia, as pessoas envelheceriam e ficariam numa situação de velhice eterna", afirmou o escritor no lançamento da sua obra.
Com uma população envelhecida, o governo desse país imaginário não sabe como resolver o problema da Segurança Social, as pessoas deixam de saber o que fazer com uma existência imortal e até a fé cristã fica em xeque, pois sem morte não há ressurreição nem vida eterna, comentou José Saramago.
O escritor revelou que teve a ideia de escrever esta obra ao ler um livro que relatava a morte de um pessoa e começou a pensar no que aconteceria se os homens não morressem. "O ser humano alimentou sempre a esperança de conseguir a imortalidade, mas sem a Morte a Vida seria um caos", comentou.
"Quando nasci, a esperança de vida na minha aldeia era de 35 anos e dentro de três semanas faço 83 anos, por isso já me sinto um bocado a entrar na eternidade", gracejou.»
CAETANO BARREIRA/epa in JN
"Se algum talento tenho, é transformar o improvável e o impossível em algo provável e possível. Quero que gostem desse livro por duas razões porque ele merece e porque eu mereço", disse Saramago.
O romance mostra como a agitação e alegria provocadas num país imaginário pela reforma da Morte se convertem logo a seguir num motivo de preocupação, pelo impacto político, económico, social e até religioso da nova situação.
O escritor português avançou que seu novo romance é "extremamente divertido" e que fala sobre a morte "e, portanto, é um livro sobre a vida".
A ausência de mortes de um dia para o outro, sonho milenar da Humanidade, como explicou José Saramago, converte-se repentinamente numa dor de cabeça para governantes e cidadãos.
"Como o tempo não pararia, as pessoas envelheceriam e ficariam numa situação de velhice eterna", afirmou o escritor no lançamento da sua obra.
Com uma população envelhecida, o governo desse país imaginário não sabe como resolver o problema da Segurança Social, as pessoas deixam de saber o que fazer com uma existência imortal e até a fé cristã fica em xeque, pois sem morte não há ressurreição nem vida eterna, comentou José Saramago.
O escritor revelou que teve a ideia de escrever esta obra ao ler um livro que relatava a morte de um pessoa e começou a pensar no que aconteceria se os homens não morressem. "O ser humano alimentou sempre a esperança de conseguir a imortalidade, mas sem a Morte a Vida seria um caos", comentou.
"Quando nasci, a esperança de vida na minha aldeia era de 35 anos e dentro de três semanas faço 83 anos, por isso já me sinto um bocado a entrar na eternidade", gracejou.»
CAETANO BARREIRA/epa in JN
quinta-feira, julho 19, 2007
segunda-feira, julho 09, 2007
Visitem Praga
Conhecida como "cidade das cem cúpulas", Praga é um dos mais belos e antigos centros urbanos da Europa, famoso pelo património arquitetónico e rica vida cultural.
O curso sinuoso do rio através da cidade, cheia de belas e antigas pontes, contrasta com a presença imponente do grande Castelo de Praga em Hradcany, que domina a capital na margem esquerda (oriental) do Vltava.
Podia fazer aqui uma enumeração infindável dos monumentos a visitar... mas para isso existem os guias (recomendo o guia da American Express). Não deixem de visitar a Ponte Carlos, a Zona do Castelo, a Praça Venceslau, O Museu Nacional, o Teatro Nacional, a Câmara da Cidade Antiga, Relógio Astronómico, etc..
Não perder ainda os espectáculos musiciais e teatrais a acontecer a toda a hora em muitos pontos da cidade...
Visitem, não se fiquem pelas descrições dos outros.
A cidade é um encanto bastante acessível aos nossos bolsos.
Esperança
O curso sinuoso do rio através da cidade, cheia de belas e antigas pontes, contrasta com a presença imponente do grande Castelo de Praga em Hradcany, que domina a capital na margem esquerda (oriental) do Vltava.
Podia fazer aqui uma enumeração infindável dos monumentos a visitar... mas para isso existem os guias (recomendo o guia da American Express). Não deixem de visitar a Ponte Carlos, a Zona do Castelo, a Praça Venceslau, O Museu Nacional, o Teatro Nacional, a Câmara da Cidade Antiga, Relógio Astronómico, etc..
Não perder ainda os espectáculos musiciais e teatrais a acontecer a toda a hora em muitos pontos da cidade...
Visitem, não se fiquem pelas descrições dos outros.
A cidade é um encanto bastante acessível aos nossos bolsos.
Esperança
quinta-feira, junho 28, 2007
O que eu sinto
"O que eu sinto é isto: «Neste momento estou a viver a vida que quero, à porta de um restaurante sem nome. Tenho uma dólar na mão para gastar, e vou jantar.» Vamos experimentar tudo o que vem no menu. Depois vamos dar umas voltas por Brooklyn e vamos atravessar a ponte com o panorama de Manhattan espraiado diante de nós, que me parece uma novidade sempre que o vejo. Depois vamos mergulhar na cidade. Vamos arranjar lugar para o carro a poucos quarteirões do meu apartamento na Rua Dez,e vamos comprar leite e o jornal de amanhã. Vamos tirar a roupa e deitar-nos na cama."
Melissa Bank, em "Ao Sabor do Momento"
Melissa Bank, em "Ao Sabor do Momento"
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